The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Sunday, July 29, 2012

voilà

Como evitar fazer a coisa correta: se encha de afazeres supérfluos, liste todos os filmes que assistiu, procure joguinhos viciantes, sinta pena de si mesmo, olhe pela janela com preguiça de ver o dia do lado de fora.

Sempre caberão mais coisas no por fazer. Adiar é uma arte. A arte dos infelizes.

Tuesday, June 12, 2012

Tudo bem, meu bem.

O que vai na frente? A coragem? Talvez...sempre o pé, mais uma vez o pé. Tudo bem, meu bem.
É que a necessidade de mudar urge. Esse estado meio nebuloso que me impus a já não sei quanto tempo...o poder ser qualquer coisa me oprime. Preciso marcar bem as coisas que NÃO quero ser.  Mesmo que tudo seja só interno.

Wednesday, March 21, 2012

Engraçado...

Na verdade...nem sei se é engraçado. São picos. Tenho certeza do que fazer e no segundo seguinte nem lembro o que significa ter certeza. Nunca a tive na vida. Não gosto mais da palavra "definição".

Quantos nãos, quantos sóis....quantos somos nós? Às vezes me preocupo por não me lembrar mais como devo me sentir.

Pois é. Mas eu sinto. E sigo, preciso seguir em frente. Seguir pé ante pé, não algo ou algém.

Thursday, December 29, 2011

Ao que tudo indica...o tempo.

uma missão pouco clara, a minha. Canso de me azarar. Está na hora de ter alguma coisa, de assumir algo que possa dar certo, de não ter medo de seguir em frente. De entregar. Engraçado é dar um livro que, na verdade, foi feito para mim...não por sua autora, mas pelo momento que veio às minhas mãos e a preparação para lê-lo, mesmo sem saber de que necessitaria dela.
Tudo bem. Que seja válido no que tiver de ser. Realmente, eu acredito em momentos corretos, mesmo que não pareçam.

Friday, December 09, 2011

furacão

Coisas que precisamos passar. Tudo. Até mesmo marasmo. Tem vezes que não consigo compreender, por mais que pisque em minha frente, se anuncie, berre, esperneie. Outras coisas pareço nem querer mais compreender,,, (sem reticências).

Os furacões servem para movimentar tudo, remexer, rearrumar a casa. Arrumações internas. Jogar fora o que estiver pequeno,  que não for mais usar. E não deixar para ninguém aquilo que não era bonito em mim. As coisas ruins vão se evaporar.

Evaporar. Em vento, carregados para longe, peneirados, cobertos de boa música, acalentados, amaciados, para depois não o mais tarde, para o depois daquilo que transmuta.

Diferente

Ainda fraca. Sendo franca. Mas vejo as coisas de forma diferente. Consciente. Só eu posso me mudar, só eu posso fazer as minhas coisas, tenho que me responsabilizar por minhas atitudes e tenho que tomar atitudes com base em vontades próprias. Ok. Repassado o texto. Algumas coisas ainda me enfurecem...acho que comigo mesma. Preciso me concentrar em coisas práticas. Sempre pra frente. A missão é seguir em frente. Não posso esquecer que as coisas são sim diferentes.

Tuesday, December 06, 2011

está difícil de escrever, até o teclado  me parece inóspito, os dedos escorregam, as unhas atrapalham, a falta de prática, a falta de coragem. Não posso perder a coragem de ser, nunca. Não posso ficar dando passos para trás. Esse medo besta de seguir em frente. Ele sempre ressurge nas reticências do caminho, preciso acabar justamente com essas reticências. Sem me anular!

basta

Talvez seja um basta às reticÊncias...? Queria mudar o rumo, traçando vírgulas, sem reticÊncias no final. O que tiver mais movimento. Ainda tenho medo dos pontos finais. Mas a vírgula talvez acrescente mais, sempre mais, sempre mais, sempre,

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Wednesday, November 23, 2011

E eu estou de volta no jogo!

É um jogo mais calmo, talvez gamão. a grande frase da noite, desde ontem, by Feist: "we don't need to say goodbye".

Sempre nos mesmos meses

É que os meses coincidem todo ano.

Não, quero dizer, são meses cabais, (para todos, talvez?) setembro, novembro, dezembro, janeiro e o mês do nosso aniversário. Pontos marcados para cutucar tudo aquilo que merece ser cutucado pelo menos essas cinco vezes ao ano (sorte de quem cutuca só 5 vezes e consegue cutucar novas coisas depois!).

E tem um bom motivo sim...

...de aprender a ser uma sóm para depois ser nós. Assim me ensinou Clarice em Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. Não que eu sinta que seja possível um final feliz, mas sempre há...só que nunca é um final.

E é nessas horas que temos estas epifanias de que tudo está certo porque assim deve ser e que respeitamos nosso tempo mesmo errando, que sempre há e haverá algo a mais para encher a cuca de guloseimas psicossomáticas e o que mais quiser vir junto.